domingo, 19 de agosto de 2018

BIBLIOGRAFIA PARA UNIVERSITÁRIOS CONSERVADORES

Apresentamos aqui uma lista de livros para os alunos que irão ingressar este ano em universidades públicas (e privadas) brasileiras. Obviamente, será impossível ler todos os livros recomendados, mas ao menos um da lista fará grande diferença no seu intelecto.

As obras foram criteriosamente selecionadas com vista a dar ao recém chegado um panorama completo do ambiente que terá que enfrentar ao longo do curso, e como ter um contraponto adequado ao esquerdismo hegemônico que encontrará na ordem do dia.

Então, vamos lá:

1. Ponerologia: psicopatas no poder -- Andrew Lobaczeviski
2. Maquiável Pedagogo -- Pascal Bernardin
3. Os pensadores da nova esquerda -- Roger Scruton
4. Ensaio de filosofia pedagógica -- Franz de Hovre
5. A mentalidade anticapitalista -- Ludwig von Mises
6. O minimo que você precisa saber para não ser um idiota -- Olavo de Carvalho
7. Desmarxizar a universidade -- Jules Monnerot
8. A filosofia e seu inverso -- Olavo de Carvalho
9. Beleza -- Roger Scruton
10. O livro negro do comunismo -- Stephane Cortois
11. A origem da linguagem -- Eugen Rosenstock-Huessy
12. Dez livros que estragaram o mundo -- Benjamin Wiker
13. Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental -- Thomas Woods
14. A violência e o sagrado -- René Girard
15. O rosto de Deus -- Roger Scruton
16. Cristianismo puro e simples -- C. S Lewis
17. Comunismo: o ópio do povo -- Fulton J. Sheen
18. O século do nada -- Gustavo Corção
19. Paideia -- Werner Jaeger
20. Os intelectuais e a sociedade -- Tomás Sowell
21. O problema da liberdade -- Fulton J. Sheen
22. O mito da Idade Média -- Régine Pernoud
23. Nossa Cultura... ou o que restou dela -- Theodore Dalrymple
24. Ideias tem consequências -- Richard Weaver
25. O império ecológico -- Pascal Bernardin
26. Educação livre e obrigatória -- Murray Rothbard
27. Sexo privilegiado: o fim do mito sobre a fragilidade feminina -- Martin van Creveld
28. Imposturas intelectuais -- Alan Sokal
29. Poder Global e Religião Universal -- Juan Claudio Sanahuja
30. Ideologia de Gênero: o neototalitarismo e a morte da família -- Jorge Scala
31. O declinio da Idade Média -- Jan Huizinga
32. A última superstição: uma refutação do neoateismo -- Edward Feser
33. 1984 -- George Orwell
34. O poder: história natural de seu crescimento -- Bertrand de Jouvenel
35. A doutrina de Freud -- Antonio Morais de Almeida Junior
36. Psicose ambientalista -- D. Bertrand de Orleans e Bragança
37. A vida intelectual -- A-G Sertillanges
38. O trivium -- Ir. Miriam Joseph
39. Filosofia da Educação -- Antonio Alves Siqueira
40. A inquisição em seu mundo -- João Bernardino Gonzaga
41. O livro negro da revolução francesa -- Renaud Escande
42. O Verdadeiro Che Guevara - E os idiotas úteis que o idolatram -- Humberto Fontova
43. Fascismo de esquerda -- Jonah Goldberg
44. O Outro Lado Do Feminismo -- Phyllis Schlafly
45. Desinformação -- Iam Pacepa
46. Notas para uma definição de cultura -- T. S Elliot
47. Como destruir a imaginação de seu filho -- Anthony Esolen
48. A mente esquerdista -- Lyle Rositer
49. Desconstruindo Paulo Freire -- Thomas Giulliano
50. A verdade sufocada -- Cel. Brilhante Ustra

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A ESCRAVIDÃO e DÍVIDA HISTÓRICA

1. Jair Messias Bolsonaro tem razão ao afirmar que eram "os próprios negros que entregavam os escravos". A escravidão sempre existiu na África e ela se tornou uma rota internacional quando as caravanas islâmicas atravessaram o Saara e passaram a comprar escravos dos próprios povos subsaarianos. Quando Portugal chegou no litoral do Oceano Atlântico, no século XV, se limitou a fortalezas costeiras onde obtinha os negros capturados por tribos africanas rivais.

2. Não existe dívida "histórica" pois está morto tanto quem contraiu a dívida, quanto quem seria o beneficiário dela. A Princesa Isabel planejou indenizar os negros logo após proclamar a abolição, mas o infame golpe republicano sepultou tal tentativa.

3. Ademais, quando se argumenta que o "Estado Brasileiro" deve. Ora, o estado deve para quem? No início do século XIX metade dos negros já era livre e parcela significativa dos manumitidos era dona de outros escravos. Vamos beneficiar negros escravocratas? 

4. Não obstante, os demais povos europeus chegaram ao Brasil em uma situação praticamente análoga a escravidão. Também nota-se que milhares de europeus foram escravizados pelos muçulmanos do norte da África. Esses povos não choraram por compensação pois sabem que a força interna da própria nação é condição suficiente para que ela assuma o protagonismo das relações internacionais. Assim, a Espanha foi a potência do século XVI, a Inglaterra do XIX e os EUA do XX.

5. Pressupondo, para efeitos de argumentação, que exista uma dívida histórica a ser paga. Estudos mostram que a melhor forma de paga-la é concedendo plena liberdade aos negros. Nos Estados Unidos, antes das cotas, o poder aquisitivo dos negros aumentou absurdamente. Já com a promulgação das cotas, a ascensão da doutrina do coitadismo e a admissão de parcela significativa da população negra na senzala ideológica da esquerda, as diferenças salariais entre brancos e negros começaram a diminuir cada vez menos.

Concluindo, se você deseja o bem dos negros, apoie a proposta mais prudente e virtuosa,, sepultea de uma senzala ideológica da esquerda e convença as pessoas que elas podem vencer através do seu próprio esforço, pois nenhum preconceito pode deter a ascensão social de uma pessoa que nunca desiste.